Hungria actua para proibir a promoção da homossexualidade e do transgenerismo a crianças

O Parlamento húngaro preparou um projecto de lei que proíbe a exibição de conteúdo pornográfico ou material que incentive a homossexualidade e o transgenerismo a menores de 18 anos.

A medida, proposta pelo partido Fidesz, do Primeiro-Ministro Viktor Orbán, proíbe explicitamente «conteúdos que retratem a sexualidade por si mesma, ou que promovam ou exibam desvios da identidade do sexo de nascimento, mudança de género ou homossexualidade».  

A emenda legal foi adicionada à legislação contra a pedofilia que está para ser votada na terça-feira. O Fidesz detém uma supermaioria na legislatura húngara.  

A ideologia LGBT nas escolas, bem como em anúncios e outros meios de comunicação, seria efectivamente banida pelo projecto de lei antipedofilia, que também cria novas disposições para a educação sexual, como uma lista de organizações de educação sexual aprovadas. 

A Hungria intensificou os esforços para proteger os valores tradicionais e a herança da nação, de maioria cristã, do activismo de esquerda pró-LGBT nos últimos anos. Em Dezembro, o Governo adoptou mudanças na Constituição nacional, definindo a família como «baseada no matrimónio e na relação progenitor-filho».       

«A mãe é uma mulher, o pai é um homem», declarou a emenda, que proíbe a adopção por pessoas do mesmo sexo. Acrescentou que «a Hungria defende o direito das crianças se identificarem com o seu sexo de nascimento e garante a sua educação com base na identidade constitucional da nossa nação e nos valores baseados na nossa cultura cristã».  

No início deste ano, as autoridades também determinaram limitação de responsabilidade para livros pró-LGBT dirigidos a crianças. Orbán denunciou a doutrinação LGBT de crianças, em Maio passado, como uma “linha vermelha a não ser cruzada”. “Para resumir a minha opinião: deixem os nossos filhos em paz”, disse. 

A Hungria também eliminou os programas de “Estudos de Género” em universidades estatais e promulgou uma lei que exige o reconhecimento dos cidadãos com base no sexo imutável em vez da “identidade de género”, embora essa lei tenha sido parcialmente restringida, em Março, pelo tribunal.

Joe Biden, que apareceu num encontro da NATO na segunda-feira, acusou anteriormente os Governos eleitos da Hungria e da vizinha Polónia, ambos aliados da NATO, de serem “regimes totalitários”.       

Através de LifeSiteNews        

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