#USElection2020 – Rejeição do sublime

«O sublime consiste naquelas coisas de excelência transcendente, cuja magnificência causa nos homens uma espécie de temor reverencial. O sublime convida homens e nações a olhar para os princípios mais elevados, para o bem comum – em última análise, para Deus – colocando-os além do interesse pessoal e da própria satisfação, e dando, assim, sentido e finalidade às suas vidas. Manifestando-se através de obras de arte, fabulosas realizações culturais, grandes feitos humanos ou da piedade religiosa, o sublime tem a capacidade de suscitar em nós sentimentos de lealdade, dedicação e devoção que podem preencher o vazio do nosso deserto moderno.      

Infelizmente, a nossa sociedade secularizada oferece forte resistência à opção pelo sublime. Geralmente, apresenta apenas o bem físico ou económico, levando os indivíduos e as nações a perderem a noção do sublime. Este torna-se um assunto abstracto ou poético, enquanto as coisas concretas são apresentadas como a única realidade
».

John Horvat II, in Retorno à Ordem, p. 77

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