terça-feira, 18 de agosto de 2020

«Nunca faltem ao dever de proteger os vossos filhos», exorta Mons. Viganò



Traduziu-se e reproduz-se, a pedido do próprio, uma carta que Monsenhor Carlo Maria Viganò dirigiu a um grupo de Mães que está a preparar uma manifestação contra as imposições claramente globalistas do Governo de Itália no que diz respeito à saúde física, moral e espiritual das crianças. É válido também em Portugal. Confiamos a Nossa Senhora da Assunção este texto de Mons. Viganò!

15 de Agosto de 2020
Assunção da Virgem Santa Maria

“Salvemos os nossos filhos da ditadura sanitária!
Salvemos a Itália da feroz tirania globalista!”

Prezados Senhores, Caríssimas Mães,          

Recebi o vosso amável e-mail, no qual me informastes da iniciativa marcada para o próximo dia 5 de Setembro para a protecção da saúde física, moral e espiritual dos vossos filhos. Respondendo-vos, dirijo-me a todas as Mães de Itália.   

A manifestação por vós promovida pretende reunir a discordância dos cidadãos e, em particular, dos pais face às normas que o Governo, abusando do próprio poder, se prepara para decretar face ao novo ano lectivo; regras que terão gravíssimas repercussões sobre a saúde e sobre o equilíbrio psicofísico dos alunos, conforme ressaltaram justamente especialistas competentes.        

Em primeiro lugar, deve ser denunciada a tentativa sistemática de demolir a família, célula da sociedade, com a multiplicação de ataques ferozes não só contra a união conjugal que Cristo elevou a Sacramento, mas também a sua própria essência natural, ou seja, o facto de que o casamento é, por natureza, constituído por um homem e uma mulher num vínculo indissolúvel de fidelidade e assistência recíprocas. A presença de um pai e de uma mãe é fundamental para o crescimento dos filhos, que precisam de uma figura masculina e de uma feminina como referência para o seu desenvolvimento harmonioso e integral; tampouco podemos permitir que as crianças, na fase muito delicada da sua infância e adolescência, sejam utilizadas para reivindicações ideológicas, com graves danos para o seu equilíbrio psicofísico, da parte daqueles que, com o seu comportamento rebelde, rejeitam a própria noção de natureza. Podeis facilmente compreender qual possa ser o impacto da destruição da família na sociedade humana: todos nós temos sob os nossos olhos os resultados de décadas de políticas infelizes que conduzem, inevitavelmente, à dissolução da sociedade.   

Estas políticas, inspiradas por princípios que repugnam tanto à Lei da natureza, inscrita pelo Criador no Homem, quanto à Lei positiva que Deus lhe deu nos Mandamentos, passam a permitir que as crianças sejam colocadas à mercê dos caprichos dos indivíduos e que a sacralidade da vida e da concepção sejam até objecto de comércio, humilhando a maternidade e a dignidade da mulher. Os filhos não podem ser encomendados às barrigas de aluguer mediante pagamento, porque são fruto de um amor que a Providência instituiu e devem permanecer sempre e em todo o caso na ordem natural.      

Os pais têm a responsabilidade, como direito primário e inalienável, da educação dos seus filhos: o Estado não pode reivindicar esse direito, muito menos para corromper os filhos e doutriná-los nos princípios perversos hoje tão difundidos. Não se esqueçam, caras Mães, que esta é a marca dos regimes totalitários, não de uma Nação civilizada e cristã. É vosso dever levantar a voz para que essas tentativas de roubar a educação dos vossos filhos sejam denunciadas e rejeitadas com força, pois muito pouco podereis fazer por eles quando a vossa Fé, as vossas ideias e a vossa cultura forem julgadas incompatíveis com as de um Estado ímpio e materialista. E não se trata apenas de impor uma vacina aos vossos filhos e jovens, mas de corromper as suas almas com doutrinas perversas, com a ideologia de género, com a aceitação do vício e a prática de comportamentos pecaminosos. Nenhuma lei poderá jamais legitimamente tornar a afirmação da verdade um crime, porque a autoridade final vem de Deus, que é Ele mesmo a suma Verdade. À opressão dos tiranos respondeu o testemunho heróico dos Mártires e dos Santos: sede hoje também vós, com coragem, testemunhas de Cristo contra um mundo que quer assujeitar-nos às forças desencadeadas do Inferno!        

Um outro aspecto crucial nesta batalha pela família é a defesa da vida desde a sua concepção até à morte natural. O crime do aborto, que já fez milhões de vítimas inocentes e que clama por vingança ao Céu, é considerado hoje um serviço normal de saúde e, precisamente nestes dias, o Governo autorizou o uso mais amplo da pílula abortiva, incentivando um crime abominável e silenciando as terríveis consequências para a saúde psicofísica da mãe. Se pensardes que, durante o lockdown, todos os tratamentos aos doentes foram suspensos, mas os abortos continuaram, compreendereis bem quais são as prioridades de quem nos governa: a cultura da morte! Que progresso pode ser invocado quando a sociedade mata os próprios filhos, quando a maternidade é horrivelmente violada em nome de uma escolha que não pode ser livre, pois envolve uma vida inocente e viola um Mandamento de Deus? Que prosperidade pode esperar a nossa Pátria, que bênçãos de Deus, se nas suas clínicas se realizam sacrifícios humanos como nos tempos da mais sanguinária barbárie?    

A ideia de que os filhos são propriedade do Estado repugna cada ser humano. Na ordem social cristã, a autoridade civil exerce o seu poder para garantir aos cidadãos aquele bem-estar natural que se destina ao bem espiritual. O bem comum perseguido pelo Estado nas coisas temporais tem, portanto, um objecto bem definido que não pode e não deve estar em conflito com a Lei de Deus, Sumo Legislador. Sempre que o Estado quebrar esta Lei eterna e imutável, a sua autoridade falha e os cidadãos devem-se recusar a obedecer-lhe. Isto vale, certamente, para a odiosa lei do aborto, mas também se deve aplicar a outros casos em que o abuso da autoridade diga respeito à imposição de vacinas das quais não se conhece a periculosidade ou que, devido à sua própria composição, deva comportar problemas éticos. Refiro-me, por exemplo, ao caso em que uma vacina deva conter material fetal proveniente de bebés abortados.    

Mas há também outros aspectos preocupantes, hoje apresentados, que dizem respeito não só aos conteúdos do ensino, mas também aos métodos de participação nas aulas: o distanciamento social, o uso de máscaras e outras formas de suposta prevenção do contágio nas salas de aula e nos ambientes escolares provocam sérios danos ao equilíbrio psicofísico das crianças e dos jovens, comprometendo as capacidades de aprendizagem, as relações interpessoais entre alunos e professores, reduzindo-os a autómatos a que se ordena não apenas o que pensar, mas também como se mover e como respirar. Parece que se perdeu a própria noção de bom senso que deveria supervisionar as escolhas com consequências na vida social e parecem anunciar um mundo desumano em que roubam os filhos aos pais, se forem considerados positivos para um vírus da gripe, com protocolos de tratamento de saúde obrigatório aplicado nas ditaduras mais ferozes.  

Também é muito desconcertante saber que a OMS escolheu Mario Monti para a Presidência da Comissão Europeia para a Saúde e o Desenvolvimento, que se destacou pelas medidas draconianas imputadas à Itália, entre as quais não se deve esquecer a redução drástica dos apoios públicos para os hospitais. Estas perplexidades são confirmadas pela pertença deste personagem a organismos supranacionais como a Comissão Trilateral e o Bilderberg Club, cujos objectivos se contrapõem claramente aos valores inalienáveis
​​protegidos pela própria Constituição, vinculativos para o Governo. Esta mistura de interesses privados nos assuntos públicos, inspirada nos ditames do pensamento maçónico e globalista, deve ser objecto de uma denúncia vigorosa por parte dos representantes dos cidadãos e por aqueles que vêem os seus poderes legítimos usurpados por uma elite que nunca escondeu as suas intenções.        

Não devemos perder de vista um elemento fundamental: a procura de objectivos perversos ideologicamente orientados é invariavelmente acompanhada, como uma via paralela, por um interesse de natureza económica. Pode-se facilmente concordar com o facto de que não há lucro na doação voluntária do cordão umbilical, da mesma forma que não há lucro na doação do plasma hiperimune para o tratamento do COVID-19; inversamente, é extremamente lucrativo para as clínicas de aborto fornecerem tecidos fetais e para as empresas farmacêuticas produzirem anticorpos monoclonais ou plasma artificial. Portanto, não é surpreendente que, numa lógica de mero lucro, as soluções mais razoáveis
​​e eticamente sustentáveis ​​sejam objecto de uma deliberada campanha de descrédito: ouvimos pretensos especialistas promoverem tratamentos oferecidos por empresas das quais eles próprios – em claro conflito de interesses – detêm acções ou são consultores bem remunerados.

Dito isso, é preciso compreender se a solução das vacinas representa sempre a adequada resposta sanitária a um vírus: no caso do COVID-19, por exemplo, muitos expoentes da comunidade científica concordam que é mais útil desenvolver uma imunidade natural em vez de inocular o vírus sem potência. Mas, mesmo neste caso, como sabemos, a imunidade de grupo realiza-se sem custos, enquanto as campanhas de vacinação envolvem grandes investimentos e garantem ganhos igualmente elevados para quem as patenteia e produz. E deve-se verificar também – mas nisto os especialistas poderão, certamente, expressar-se com maior competência – se é possível produzir uma vacina para um vírus que, segundo os protocolos da Science Based Medicine, parece ainda não ter sido isolado; e quais podem ser as consequências do uso de vacinas de nova geração geneticamente modificadas. 

A Saúde mundial, com o exemplo da OMS, tornou-se uma verdadeira multinacional que tem como finalidade o lucro dos accionistas (empresas farmacêuticas e as fundações ditas filantrópicas) e a transformação dos cidadãos em doentes crónicos como meio para obtê-lo. E é evidente: as empresas farmacêuticas querem ganhar dinheiro com a venda de medicamentos e vacinas; se eliminar as doenças e produzir medicamentos eficazes, leva a uma redução no número de doentes e, portanto, nos lucros. Pelo menos, será lógico esperar que os medicamentos sejam ineficazes e que as vacinas sejam instrumento para disseminar as doenças em vez de erradicá-las. E é o que realmente acontece. Como podemos pensar que se promove a procura de curas e terapias se quem a financia lucra desproporcionalmente com a persistência das patologias?       

Pode parecer difícil persuadir-se de que quem deveria garantir a saúde, em vez disso, deseja garantir a continuação das doenças: um tal cinismo repugna – e com razão – quem é estranho à mentalidade que se estabeleceu na Saúde. No entanto, isto é o que está a acontecer diante dos nossos olhos e não envolve apenas a emergência do COVID-19 e as vacinas – em particular as vacinas anti-gripe, largamente difundidas, em 2019, nas áreas onde o COVID-19 fez o maior número de vítimas –, mas todos os tratamentos e as terapias, o parto, a assistência aos doentes. Tal cinismo, que repugna o código deontológico, passa a ver em cada um de nós uma fonte de lucro, ao passo que deveria ver em cada paciente o rosto de Cristo sofredor. Apelamos, portanto, aos numerosos médicos católicos e de boa vontade para que não traiam o juramento de Hipócrates e o próprio coração da sua profissão, que é feito de misericórdia e compaixão, de amor para com os que sofrem, de ajuda desinteressada aos mais fracos, relembrando as palavras de Nosso Senhor: «Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizestes» (Mt 25, 40).       

A Igreja Católica, especialmente nas últimas décadas, tem sabido intervir influentemente neste debate, também graças à Pontifícia Academia para a Vida, fundada por João Paulo II. Os seus membros, até há poucos anos atrás, davam indicações de natureza médico-científica que não entravam em conflito com os princípios morais invioláveis
​​de nenhum Católico.        

Mas, assim como na sociedade civil, assistimos a uma perda progressiva da responsabilidade dos indivíduos e dos governantes nos vários âmbitos da vida pública, incluindo o sanitário; por isso, na “igreja da misericórdia”, nascida em 2013, preferiu-se adaptar o compromisso dos Dicastérios Pontifícios e da Academia para a Vida a uma visão líquida, diria perversa porque negadora da verdade, que abraça as exigências do ambientalismo, com pesadas conotações de malthusianismo. A luta contra o aborto, que se opõe à diminuição da natalidade perseguida pela Nova Ordem Mundial, já não é uma prioridade para muitos Pastores. Durante as manifestações pro life – como as realizadas em Roma nos últimos anos – o silêncio e a ausência da Santa Sé e da Hierarquia foram vergonhosos!          

Obviamente, os princípios morais em que se fundamentam as regras a serem adoptados na área médica permanecem sempre válidos, nem poderia ser de outra forma. A Igreja é guardiã do ensinamento de Cristo e não tem autoridade alguma para modificá-lo ou adaptá-lo a seu gosto. Resta, porém, o espanto de testemunhar o silêncio de Roma, que parece preocupar-se mais com os métodos de recolha diferenciada – ao ponto de escrever uma Encíclica – do que com a vida dos nascituros, a saúde dos mais fracos, a assistência aos doentes terminais. Este é apenas um aspecto de um problema bem mais vasto, de uma crise muito mais grave que, como já disse várias vezes, remonta ao momento em que a parte desviada da Igreja, tendo à frente aquela que, em tempos, era a Companhia de Jesus, assumiu o poder e tornou-se escrava da mentalidade do mundo.

Tendo em consideração a nova orientação da Pontifícia Academia para a Vida (cuja presidência foi confiada a uma figura conhecida por ter dado o melhor de si quando era Bispo de Terni), não podemos esperar qualquer condenação dos que usam tecidos fetais de crianças abortadas voluntariamente. Na verdade, os seus membros defendem a vacinação em massa e a fraternidade universal da Nova Ordem Mundial, contradizendo pronunciamentos precedentes da própria Pontifícia Academia[1]. Por estes dias, a Conferência Episcopal da Inglaterra e País de Gales[2] inseriu-se nesta onda anómala: por um lado, reconheceu que «a Igreja é contrária à produção de vacinas que utilizem tecidos derivados de fetos abortados e reconhecemos o desconforto que muitos católicos experimentam diante da escolha de não vacinarem o seu filho ou de parecerem cúmplices do aborto», mas depois afirmaram, em gravíssima contradição com os princípios irreformáveis
​​ditados pela Moral católica[3], que «a Igreja ensina que a importância fundamental da saúde de uma criança e de outras pessoas vulneráveis ​​pode permitir que os pais usem uma vacina que, no passado, foi desenvolvida usando essas linhas celulares diplóides». Esta afirmação carece de qualquer autoridade doutrinária e alinha-se com a ideologia dominante promovida pela OMS, pelo seu principal patrocinador, Bill Gates, e pelas empresas farmacêuticas.

Do ponto de vista moral, para cada Católico que pretenda permanecer fiel ao próprio Baptismo, é absolutamente inadmissível aceitar uma vacinação que no processo de produção utilize materiais provenientes de fetos humanos: o Bispo americano Joseph E. Strickland também o reiterou com autoridade numa Carta Pastoral do passado dia 27 de Abril[4] e num tweet de 1 de Agosto[5].    

Devemos, portanto, rezar ao Senhor para que dê voz aos Pastores, de modo a criar uma frente única que se oponha ao poder excessivo da elite globalista que nos deseja subjugar. E é preciso lembrar que enquanto as empresas farmacêuticas procedem apenas na via do interesse económico, na ideológica operam personagens que, com a oportunidade da vacina, gostariam também de implantar dispositivos de identificação de pessoas; e que essas nanotecnologias – refiro-me ao projecto ID2020, aos quantum dots e a outros análogos – são patenteadas pelos mesmos indivíduos que patentearam tanto os vírus como a sua vacina. Além disso, foi patenteado um projecto de criptomoeda para permitir não apenas a identificação sanitária, mas também a identificação pessoal e bancária, num delírio de omnipotência que até ontem poderia ser descartado como delírio de conspiradores, mas que hoje já foi iniciado em alguns Países, incluindo, por exemplo, a Suécia e a Alemanha. Vemos concretizar-se, debaixo dos nossos olhos, as palavras de São João: «E a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, marcou-os com um sinal na mão direita ou na fronte. E assim, quem não tivesse o sinal, o nome da Besta ou o número do seu nome, não podia comprar nem vender» (Ap 13, 16-17).                      

Dada a gravidade da situação, devemos também pronunciar-nos sobre estes aspectos: não podemos ficar calados se o Poder público vier a tornar obrigatórias as vacinas que colocam graves problemas éticos, morais ou que mais prosaicamente não deem garantia de obter os efeitos previstos e se limitem a prometer benefícios que, do ponto de vista científico, são absolutamente questionáveis. Os Pastores da Igreja levantem finalmente a sua voz com força para defender, neste ataque sistemático contra Deus e contra o Homem, o rebanho que lhes foi confiado!          

Não vos esqueçais, caras Mães, que esta é uma batalha espiritual – mais, uma guerra – em que poderes que nunca ninguém elegeu e que não têm outra autoridade senão a da força e da imposição violenta da sua própria vontade, tentam demolir tudo o que evoca, mesmo remotamente, a divina Paternidade de Deus sobre os Seus filhos, a Realeza de Cristo sobre a sociedade e a virginal Maternidade de Maria Santíssima. É por isso que detestam mencionar as palavras pai e mãe; por isso, querem uma sociedade irreligiosa e rebelde à Lei de Deus; por isso, promovem o vício e detestam a virtude. É por isso que querem corromper as crianças e os jovens, garantindo hostes de servos obedientes para um futuro próximo, no qual seja eliminado o nome de Deus e blasfemado o Sacrifício redentor do Seu Filho na Cruz; uma Cruz que eles querem banir porque recorda ao Homem que o propósito da sua vida é a glória de Deus, a obediência aos Seus Mandamentos e o exercício da Caridade fraterna: não o prazer, não a exaltação de si mesmo, não a arrogante dominação dos fracos.    

A inocência das crianças e o seu recurso confiante a Maria Santíssima, a Mãe celeste, podem verdadeiramente salvar o mundo: por isso, o Inimigo pretende corrompê-las, afastá-las do Senhor e insinuar nelas o germe do mal e do pecado.     

Caras Mães, nunca faltem ao dever de proteger os vossos filhos, não só na ordem material, mas também na espiritual, muito mais importante. Cultivem neles a vida da Graça, com a oração constante, especialmente através da recitação do Santo Rosário; com a penitência e o jejum; com a prática das obras de misericórdia corporais e espirituais; com a frequência assídua e devota aos Sacramentos e à Santa Missa. Alimentem-nos com o Pão dos Anjos, verdadeiro alimento para a vida eterna e defesa dos assaltos do Maligno. Amanhã serão cidadãos honestos, pais responsáveis
​​e protagonistas da restauração da sociedade cristã que o mundo gostaria de eliminar. E rezai também vós, porque a oração é uma arma temível, uma verdadeira vacina infalível contra a ditadura perversa que nos está prestes a ser imposta.    

A ocasião é-me grata para vos assegurar as minhas orações e para conceder a minha Bênção a todos vós: a vós, caras Mães e aos vossos filhos, e a todos aqueles que lutam para salvar as nossas crianças e cada um de nós desta feroz tirania globalista que está a atingir a nossa amada Itália.           

Carlo Maria Viganò, Arcebispo



[1] Cfr. Pontifícia Academia para a Vida, Nota acerca do uso de vacinas, 31 de Julho de 2017:
http://www.academyforlife.va/content/pav/it/the-academy/activity-academy/note-vaccini.html
[3] Cfr. Pontifícia Academia para a Vida, Reflexões morais sobre as vacinas preparadas a partir de células provenientes de fetos humanos abortados, 5 de Junho de 2005: 
https://www.amicidilazzaro.it/index.php/riflessioni-morali-circa-i-vaccini-preparati-a-partire-da-cellule-provenienti-da-feti-umani-abortiti/
[4] Mons. Joseph E. Strickland, Pastoral Letter from Bishop Joseph E. Strickland On the Ethical Development of COVID-19 Vaccine, 23 de Abril de 2020:
[5] «I renew my call that we reject any vaccine that is developed using aborted children. Even if it originated decades ago it still means a child’s life was ended before it was born & then their body was used as spare parts. We will never end abortion if we do not END THIS EVIL!».

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