quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Quem os viu e quem os vê...



Os jesuítas clássicos, baseando-se nos ensinamentos de Inácio, viram perfeitamente delineada a missão da sua ordem. Tratava-se de um estado perpétuo de guerra na terra entre Cristo e Lúcifer. Aqueles que lutaram ao lado de Cristo, os combatentes verdadeiramente escolhidos, serviam diligentemente o Romano Pontífice, estavam à sua inteira disposição. Eles eram os “homens do Papa”. O “Reino” pelo qual lutavam era a glória do Céu de Deus. O inimigo, o arquiinimigo, o único inimigo, era Lúcifer. As armas usadas pelos jesuítas eram sobrenaturais: os sacramentos, pregar, escrever, sofrer. O objectivo era espiritual, sobrenatural, estava além do mundo. Tratava-se simplesmente disto: que tantos indivíduos quanto possível morressem em estado de graça sobrenatural e amizade com o seu Salvador, para que, deste modo, pudessem passar toda a eternidade com Deus, seu Criador.     

P. Malachi Martin (ex-jesuíta, falecido em 1999), in The Jesuits

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