O mundo que desejamos



O mundo que nós desejamos não é o pesadelo de uniformidade desejado pelos marxistas. Ao contrário, é um mundo de diferenças exaltadas, em que a criança seja plenamente infantil, o homem plenamente varonil e a mulher plenamente mulheril. O mundo que nós desejamos restaurar é, em poucas palavras, aquele em que a natureza das coisas seja esplendidamente afirmada e em que tudo se valorize pelo que tem de genuíno. O pão será pão e não pedra. O leite será leite e não um equívoco líquido esbranquiçado. A poesia será poesia e não um pretexto para andar na vida sem regras morais. E tudo o mais será assim: verídico e autêntico.            

Gustavo Corção Braga       

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