terça-feira, 15 de janeiro de 2019

95% dos médicos irlandeses rejeitam o aborto



Desde o primeiro dia deste ano, as mulheres irlandesas podem abortar livremente até à 12.ª semana de gestação, independentemente do motivo, de acordo com a lei abortista aprovada em referendo no ano passado.        

De acordo com um jornal irlandês, apenas 5% dos médicos estão disponíveis para praticar abortos. Os restantes 95% dos profissionais de saúde recusam-se a cometer este crime, apresentando, para isso, convicções científicas e éticas sobre o estatuto do nascituro como ser humano de pleno direito, e, ainda, alegando que houve um excesso de pressa quanto à promulgação da legislação, o que impediu uma adaptação dos hospitais irlandeses à mesma.       

Para além destes factos, estão em perigo os objectores de consciência, já que não existe nenhuma garantia laboral que proteja os profissionais de saúde que se recusem a pactuar com a prática do aborto.        

Os contribuintes irlandeses são obrigados a financiar a prática de homicídio destes seres humanos indefesos, por meio dos seus impostos; as jovens com 15 ou menos anos de idade poderão abortar livremente sem que, para isso, tenham de pedir autorização aos seus pais e até podem fazê-lo em hospitais católicos, visto que também estes são obrigados a “oferecer este serviço” às pacientes que o solicitarem.          

Sem comentários:

Publicar um comentário

«Tudo me é permitido, mas nem tudo é conveniente» (cf. 1Cor 6, 12).
Para esclarecimentos e comentários, queira contactar: info@diesirae.pt