sábado, 10 de novembro de 2018

Sagrada vestição e tonsura



Quando um rapaz entrava no seminário, ainda criança ou adolescente, habituava-se imediatamente a vestir uma batina totalmente igual à do sacerdote: já o seminarista parecia um pequeno sacerdote e, quiçá, em casa brincava a construir altares e a celebrar a Santa Missa. Durante os anos do liceu celebrava-se a sagrada vestição e a batina tornava-se a sua indumentária, que se retirava apenas para ir dormir.         

Induat te Dominus, novum hominem”. Os seminaristas, em fila, já saíam com a batina para irem às cerimónias na Catedral. Não se envergonhavam de vesti-la, sentiam-se honrados.

No fim do liceu e do curso filosófico chegava o tempo da sagrada tonsura. Numa cerimónia solene, o Bispo, em forma de cruz, cortava cinco madeixas de cabelo. O barbeiro, depois, ocupava-se de fazer a tonsura e o seminarista tornava-se um clérigo, isto é, pertencente ao estado clerical.          
Mas, agora, quem é tonsurado? Quem usa, de entre os sacerdotes, a batina? Tudo na Igreja Católica tende para a protestantização e a laicização. Porém, só a Igreja de sempre, isto é, a Católica, é a verdadeira, a fundada por Jesus Cristo.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!   
[Fonte da imagem: Senza Pagare]

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