domingo, 18 de novembro de 2018

As mulheres casadas não deveriam trabalhar fora de casa


Sei que nestes tempos que correm nos parece normal que a mulher trabalhe fora de casa a par do homem e que ambos são sustentadores.                 

Mas se alguém analisar a história humana, dar-se-á conta de que é um feito recente e que este novo modelo social acabou por prejudicar a família em geral. Desde que o ser humano existe na terra, era o homem quem se encarregava de ser o sustentador, na época das cavernas eles saíam de casa e a mulher ficava na caverna a cuidar dos filhos. Tal comportamento está nos genes de ambos os sexos porque se produziu durante milénios. No fundo, isso nunca mudou até meados do século 20, onde o homem continuava o seu papel de sustentador.

Mas, então, apareceram os movimentos feministas, dando uma explicação cultural a um comportamento biológico e assegurando que os papéis de género são resultado do meio e não da natureza humana. Nada mais falso.         

A mensagem tomou conta da sociedade e iniciou-se uma transformação sem precedentes nas famílias. As mulheres abandonaram as suas casas para ocuparem cargos em fábricas e oficinas e serem tão competitivas como os seus pares masculinos. Os filhos ficaram ao cuidado da TV e das amas. Curiosamente, desde meados do século 20, a taxa dos divórcios dispararam de 15% para 50% e o fenómeno das famílias disfuncionais tornou-se algo normal. Filhos loucos, drogados, atormentados e inseguros são produto destas casas de mães ausentes.

Para saber se esta experiência social funcionou, basta comparar as famílias de há um século com as actuais. As de então eram estáveis, seguras, sólidas, isto porque a mãe estava presente em casa e assumia um rol feminino (não o de “mulher homem”, que existe actualmente). Não é o mesmo ter uma casa com uma mãe presente ou ter uma casa com uma mãe a “part time”. O conto de que “se pode trabalhar e ser mãe ao mesmo tempo” é uma falácia. A grande quantidade de casas disfuncionais e filhos sem rumo assim o demonstra. Um filho, sobretudo nos primeiros anos de vida, requer a mãe a tempo inteiro. Hoje em dia vemos mulheres que acabaram de dar à luz e no primeiro mês voltam ao trabalho, deixando um recém-nascido nas mãos de terceiros que não poderão cumprir o papel insubstituível da mãe.   

Seguramente alguns me chamarão machista e retrógrado, mas se analisarem profundamente o tema, no fundo verão que tenho razão. Uma casa com pais ausentes não funciona. Ainda que a mãe o faça com boa-fé, o facto é que não está e o filho é criado sabe-se por Deus quem. Por isso, as famílias agora estão em crise, porque adoptamos um modelo de família que é anti-natural, que responde às posturas do feminismo extremista e cujos lamentáveis resultados podemos ver hoje em dia.

[Fonte: enfemenino]

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