sábado, 13 de abril de 2019

Os jovens procuram a Verdade!, reflexão de um jovem católico português



Introdução
Introíbo ad altáre Dei. Ad Deum qui lætíficat juventútem meam[1]. É desta forma que tem início a Santa Missa Tradicional, a Missa que, em Portugal, especialmente nos últimos anos, tem vindo a ser cada vez mais procurada por fiéis jovens. A que se deve este “fenómeno”? Não tenho dificuldade alguma em justificar esta procura, não como uma forma de se querer ser “superior” a quem participa na Missa conciliar, como muitos querem fazer crer, mas como uma procura pela Verdade, esta Verdade que, no Altar do Sacrifício, pelas palavras do Sacerdote, se torna no alimento das nossas almas e nos concede as consolações espirituais de que tanto necessitamos, apesar da nossa indignidade[2]. Os jovens procuram o que é bom, não o que é passageiro. A hierarquia da Igreja, que tantas vezes roça a apostasia, salvo raras excepções, não compreendeu isso, aliás, não quis compreender isso, preferindo, miseravelmente, abraçar uma linha de acção diabólica que agrega maçons, comunistas, partidários do aborto, da eutanásia e da homossexualidade, bem como outro tipo de correntes relativistas e, por conseguinte, assumidamente satânicas. Satanás, o promotor da divisão e pai da mentira, tornou-se, na boca de muitos pretensos católicos, o sinal, por excelência, de uma suposta “integração” que, nas últimas décadas, se tem caracterizado por um discurso envenenado e que, geralmente, é apresentado através de palavras como “misericórdia”, “comunhão”, “reforma”, “sinodalidade”, “colegialidade” ou “ecumenismo”. Todos estes vocábulos, que têm dado origem a acontecimentos catastróficos, trazem consigo um custo elevado: ameaçam a salvação de muitas almas.                
Quando uma Família – constituída, unicamente pelo Sagrado Matrimónio, entre um homem, uma mulher e os filhos que Nosso Senhor lhes queira confiar – tem a graça de receber, no seu seio, um filho, torna-se imperativo dar continuidade à preparação que teve início quando, efectivamente, o homem decidiu procurar um trabalho para sustentar a família que se propôs, com a bênção de Deus, criar, dando cumprimento ao Seu Santo Mandamento: “Crescei, multiplicai-vos, enchei e submetei a terra”[3]. E como dar seguimento a este gesto de amor? Educando os filhos para o que é bom e para o que é belo, não ignorando, como tem acontecido, que o sofrimento, se entregue a Deus, é algo belo e colherá, a seu tempo, os respectivos frutos espirituais; serve-nos de exemplo a postura dos Pastorinhos de Fátima, que, em tudo e sempre, se submeteram à vontade de Deus e da Sua Santíssima Mãe. Quando o pai pergunta ao seu filho o que pretende ser quando for mais crescido, seguramente, o jovem, se bem-educado, não responderá que pretende ser desempregado ou, indo mais longe, saqueador de bancos. O mesmo acontece quando o Pai Eterno, penetrando o mais íntimo das nossas almas, criadas para louvá-Lo e servi-Lo, nos dá a possibilidade de trilharmos o caminho do bem e, assim, da salvação. Quem, no seu perfeito juízo, optará pelo caminho do erro? É verdade que muitas são as almas que, por diversos motivos, ainda que nenhum seja válido, se afastam de Deus, e é imperativo que por elas rezemos; mas sabemos que o Homem foi criado para ser feliz já nesta terra, sem, contudo, pertencer ao mundo[4]. Como ser feliz nesta terra? Vivendo exclusivamente para Deus, sem se descuidar, evidentemente, os deveres associados a cada estado de vida. Os jovens, na sua esmagadora maioria, têm sede da Verdade, de uma Verdade que, pela infinita bondade de Deus, Se fez carne, em Belém da Judeia – Nosso Senhor Jesus Cristo –, para, mais tarde, ser crucificado e morrer para a nossa salvação. Porém, qual é a percentagem desses jovens que conhecem, amam e servem a Deus? Quantas são as famílias, nos nossos dias, que procuram, em tudo, manter uma íntima união a Deus ao longo da jornada, por exemplo, rezando juntos o Santíssimo Rosário, penhor de inumeráveis graças? A resposta é conhecida e a sua consequência é muitíssimo grave. Rezamos pouco, sacrificamo-nos pouco, dobramos pouco ou nada os joelhos. Apesar disso, um jovem que conheça a Verdade é capaz, usando uma útil metáfora, de mover montanhas e, por esse motivo, de se tornar incómodo aos olhos de uma Igreja que se acomodou no erro e se dedica a ignorar que a sua missão primordial é salvar almas!                              

Um caso concreto     
A origem desta exposição é, garantiria, providencial. Não pretende ser, de forma alguma, um tratado teológico, mas tão-somente uma partilha daquilo que, certamente, tantos católicos pensam e por que têm vindo a passar ao longo do tempo. E é curioso que teve origem, há alguns dias, numa Igreja que, outrora, se encontrava repleta de fiéis. O motivo da minha ida foi uma Devoção tão cara ao povo católico português, os Cinco Primeiros Sábados, pedidos, por Nossa Senhora, em 1925, ao mundo, por meio da Ir. Maria Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado, uma das videntes de Fátima. Os inimigos da Igreja, que se encontram, sobretudo, no seu interior, pretendem eliminar todas as formas de piedade que, ao longo de séculos, formaram tantíssimas gerações de santos e levaram para o Céu um incontável número de almas. Esta devoção, pedida pela Santa Mãe de Deus, é, aos olhos de muitos, algo a eliminar. De facto, a Virgem Maria sempre foi incómoda aos protestantes e aos seus perversos seguidores!                                 
Tendo em conta que, no primeiro sábado, não pude participar na Santa Missa Tradicional, sujeitei-me a ir comungar na Missa conciliar, apesar de, durante todo o tempo, ter permanecido a rezar o Santo Rosário, que também é largamente perseguido pelos “doutores da lei”, e foi nesse momento que, uma vez mais, constatei que, a cada dia que passa, a Igreja conciliar continua a esvaziar-se. Os pregadores da “salvação light”, isto é, da aterrorizante teoria de que todos vão para o Céu, estão a falar sozinhos e continuam a aprofundar o poço da iniquidade, que emana de correntes teológicas perversas, como é o caso da teologia da libertação, tão apreciada por muitos daqueles que, no Vaticano, vagueiam no Palácio Apostólico e conspiram contra o Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo. Quantas almas se estão a perder? Quem puder, com urgência, deve oferecer sacrifícios para que os Pastores da Igreja, com profunda humildade, reconheçam que têm vindo a seguir um caminho profundamente incorrecto, fazendo um sincero mea culpa, voltando à Sagrada Doutrina e combatendo aquilo a que São Pio X, de saudosa memória, por meio da Carta Encíclica Pascendi Dominici Gregis, dada, em Roma, a 8 de Setembro de 1907, Natividade de Nossa Senhora, definiu como modernismo. O modernismo é um inimigo assumidíssimo da Fé Católica e, posto isto, deve ser combatido energicamente! Quem não se juntar às fileiras dos que defendem a Tradição, não pode afirmar que está em comunhão com a Santa Igreja de Deus.              

A Liturgia ao serviço de quê e de quem?   
A Liturgia, tristemente, tem vindo a ser, desde o Concílio Vaticano II, transformada num conjunto de rituais que em nada louvam a Deus, Criador do Céu e da Terra, mas que se destinam a promover o “presidente da celebração”, a desconsiderar que servir na Santa Missa é servir O próprio Cristo, fazendo-o de qualquer forma e sem preparação alguma, ao introduzir, por exemplo, as “acólitas” e práticas manifestamente protestantes, começando pelo próprio Missal Romano. A Liturgia conciliar, note-se, tornou-se um “agradável espaço de convívio”, que, repito, está a condenar muitas almas à perdição eterna. O quê que a separa do mundo? Em quê nos eleva a Deus?
Os jovens, quando conhecedores da Verdade, não se revêem neste triste aparato, tornando-se, e com razão, vozes incómodas nas comunidades paroquiais, chegando ao ponto de serem, não raras vezes, ostracizados pelos respectivos párocos, que se demitiram das suas responsabilidades, tornando-se administradores de bens e desperdiçadores de almas. É muito necessário rezar pela santificação do Clero, a começar pelo Santo Padre, para que se repare aquilo a que Nossa Senhora, em La Salette, no século XIX, referindo-se aos sacerdotes, chamou de cloacas de impureza, ou seja, esgotos de impureza! E a Liturgia, se bem celebrada e se colocada ao serviço de Deus, pode salvar almas. Como é que um jovem pode reagir quando descobre que tem vindo a ser enganado, pelos seus Pastores, ao ser-lhe apresentada uma Liturgia que não está ao serviço de Deus por se encontrar carregada de imperfeições e de limitações? É dever da Igreja assegurar que todos os fiéis têm direito à Santa Missa Tradicional, advertindo os bispos que não podem manter a postura de perseguição à Sagrada Tradição.                    

O Mistério Eucarístico     
Na sua obra sobre a Sagrada Comunhão[5], D. Athanasius Schneider, O.S.C., bispo auxiliar da Arquidiocese de Maria Santíssima de Astana, no Cazaquistão, alerta para o facto de que a Comunhão na mão “nunca foi uma prática da Igreja Católica, dado que a chamada Comunhão na mão da Igreja antiga diferia substancialmente da prática actual, introduzida esta pelos calvinistas”[6], já que “no rito moderno, erroneamente considerado como rito da Igreja antiga, o fiel recebe a hóstia na palma da mão esquerda, pega nela com os dedos da mão direita e coloca-a na boca. Esta prática foi introduzida pelos calvinistas já a partir do século XVII. Do ponto de vista do gesto, este rito assemelha-se mais a uma forma de autocomunhão e ao modo de tomar um alimento profano”[7]. Os sacerdotes dos nossos dias estão, pasme-se, a promover a Comunhão self-service, uma prática que é condenável e que despreza, por completo, a presença real de Jesus Cristo na Eucaristia. Quem não ama a Eucaristia, só pode ser complacente com o Maligno e as suas práticas, vindo a ser condenado por isso mesmo!  
Por que razão, como tem vindo a acontecer muito frequentemente, inclusive em Portugal, é negada a Sagrada Comunhão a quem opta pela forma ordinária de receber Jesus-Eucaristia, isto é, na boca e de joelhos? Com que direito é que um sacerdote pode fazer isto? A que se deve o silêncio e, não raras vezes, a arrogância dos bispos? Responde-nos a Sagrada Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, através de uma carta datada de Julho de 2002, que “tal recusa não pode ter lugar, em relação a qualquer católico que se apresente para receber a Sagrada Comunhão durante a Missa, excepto nos casos de grave perigo de escândalo para outros fiéis por causa de pecado público que não tenha sido objecto de arrependimento público por parte da pessoa em questão, ou em caso de heresia ou cisma obstinados, publicamente professados ou declarados”[8]. Ora, concordará o prezado leitor, quem procura, de coração, a Verdade, não se encontra numa das situações acima descritas, pelo que a atitude da rejeição da Sagrada Comunhão a um fiel católico é um acto abusivo e os seus autores devem ser devidamente advertidos e canonicamente sancionados. É imperativo que o episcopado português tome consciência de que deve ser fiel à Sagrada Tradição, colocando de parte qualquer tipo de opinião pessoal e tornando-se obediente a Nosso Senhor Jesus Cristo, Eterno Sacerdote.         
Ajoelhar perante a Realeza de Nosso Senhor é a consequência de um itinerário espiritual que deve ser constituído por determinadas condições, a saber: 1.ª – estar na graça de Deus; 2.ª – estar em jejum desde, pelo menos, uma hora antes do momento da Comunhão; 3.ª – saber o que se vai receber e, então depois, aproximar-se devotamente da Sagrada Comunhão. Quantos são os sacerdotes que, nos dias actuais, falam destas condições? É oportuno relembrar as palavras de Jesus: “Assim, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e sangue do Senhor”[9].                

Acolher o quê e como?      
A missão da Igreja é salvar almas. É uma curta afirmação, mas a verdadeira. Não porque a escrevo eu, mas porque, ao longo de dois mil anos, sempre foi assim. Porquê que, agora, havemos de contrariar as Verdades da Fé, optando por um falso acolhimento? Muitos afirmam que a Igreja Católica, por ser Universal, deve acolher a todos. Dizem uma meia-verdade. Estão certíssimos ao afirmar que a Igreja Católica é Universal, mas profundamente errados quando, de forma maliciosa, afirmam que todos devem ser acolhidos mesmo persistindo no erro que os afasta da comunhão com a Igreja e, por meio dela, com Cristo. A conversão é possível e, por maioria de razão, louvável, mas persistir voluntariamente no erro é um acto de grande irresponsabilidade que deve ser combatido com todas as nossas forças. Deve a Igreja adaptar-se aos “novos tempos”? Não! Deve, sim, a sociedade reconhecer que Nosso Senhor é Rei do Universo e, logo, Rei de todas as sociedades, submetendo-se ao Seu serviço e juízo. Uma Nação que não serve a Deus é uma Nação, à semelhança de Sodoma e Gomorra, condenada à ira divina como resultado das suas paixões e vícios. “Então, o Senhor fez cair do céu, sobre Sodoma e Gomorra, uma chuva de enxofre e de fogo, enviada pelo Senhor. Destruiu estas cidades, todo o vale e todos os habitantes das cidades e até a vegetação da terra”[10]. Que nos sirva de lição!         
Na introdução desta partilha, referi algumas situações que atacam impetuosamente a nossa sociedade e que, impreterivelmente, devem ser corajosamente combatidas pela Santa Igreja, a começar pela conduta dos seus Pastores, que deve ser irrepreensível. A Igreja deve combater a maçonaria, o comunismo e tudo aquilo que está associado a estas execráveis doutrinas, nomeadamente a homossexualidade, o aborto pago pelo Estado, a eutanásia apresentada como escolha legítima, a pornografia promovida nas Escolas, entre outras aberrações, que, em grande parte, encontram a sua origem na revolução cultural de 1968. Torna-se evidente que devemos corrigir os que erram, instruindo-os na Verdade e dizendo-lhes que a verdadeira religião é a de Nosso Senhor Jesus Cristo: a Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica. É adequado reler o que o Papa Pio XI, na sua Mortalium Animos, diz a este respeito: “Para a glória de Deus e para a nossa salvação, em relação a uma coisa e a outra, o Filho Unigénito de Deus instituiu na terra a Sua Igreja”[11]. As Verdades da Fé são ameaçadas e Nosso Senhor e a Sua Santíssima Mãe são ultrajados sempre que os Pastores da Igreja se unem a seitas e aos rebeldes protestantes. Cabe, pois, aos jovens darem o exemplo ao combaterem, principalmente por meio da oração, estas heresias!   

A importância da Santíssima Virgem Maria        
Somos filhos muito amados de Deus, sabemo-lo! E um filho exemplar de Deus, apesar da sua condição de pecador, deve procurar estar sempre em união com Ele. Como fazê-lo? Para isso, deu-nos Deus a Santíssima Virgem, preservada de pecado antes, durante e após o parto de Nosso Senhor.        
Diz-nos S. Luís Maria Grignion de Montfort, no Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, que “quando Maria lança raízes numa alma, produz nela maravilhas de graça, maravilhas que só ela é capaz de produzir, pois ela é a única Virgem fecunda, sem igual em pureza e fecundidade”[12].           
Portugal, Nação nascida com uma vocação vincadamente Católica, muito deve à Santíssima Virgem Maria. De entre todos os acontecimentos extraordinários, destacaria as Aparições de Nossa Senhora, na Cova da Iria, entre Maio e Outubro de 1917. Evidencio três pedidos, ainda hoje por cumprir, e uma garantia. Começando pelos pedidos, devemos saber que Nossa Senhora pediu fervorosamente que rezássemos o Santo Terço todos os dias e que, na Aparição de 13 de Julho de 1917, pediu a consagração da Rússia ao seu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados[13]. A garantia, que a todos deve animar, é muito concreta: “Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará!”. Rezar o Terço todos os dias, como filhos de Nossa Senhora, é algo que está perfeitamente ao nosso alcance, sendo que devemos continuar, ou começar, a pedir a consagração da Rússia, por parte do Santo Padre e de todos os bispos, ao Imaculado Coração de Maria. No Concílio Vaticano II, para além da grave falha cometida ao não se ter condenado o comunismo, perdeu-se a oportunidade de corresponder devidamente a este pedido da Santíssima Mãe de Deus.                                 
Uma geração que reza o Terço e se consagra à Santíssima Virgem, segundo o método de São Luís Maria de Montfort, é uma geração que está no caminho certo, servindo a Deus como Ele quer ser servido. Amar o Filho é, inegavelmente, honrar a Mãe! Amar a Mãe é, irrefutavelmente, abandonar-se nas mãos do Filho.       

Conclusão         
Esta é uma concisa reflexão escrita por um jovem que, à semelhança de tantos outros jovens portugueses, pretende dar a conhecer a Verdade, que é Jesus Cristo. Desperdiçou-se uma excelente oportunidade de, no Sínodo dos Bispos sobre os jovens, se enveredar pelo caminho correcto e se apresentar a verdadeira doutrina às novas gerações. Uma geração que não conhece a existência do Inferno, uma geração que não conhece os Novíssimos do Homem, uma geração que não conhece a importância da Santa Missa e da presença real de Jesus na Eucaristia, uma geração que não se confessa regularmente, uma geração que não conhece e não defende a Virgindade perpétua de Nossa Senhora, uma geração que não medita a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo e não recita os Mistérios do Santo Rosário, é uma geração condenada ao exílio imutável.               
Salvar almas é a missão da Santa Madre Igreja. Está ao nosso alcance, clérigos e leigos, mudar a perigosíssima direcção que a hierarquia da Igreja, ao serviço de interesses mundanos, está a indicar ao Povo de Deus. “Ai de mim, se eu não evangelizar![14], disse Paulo de Tarso. Ai de nós, jovens católicos, se não evangelizarmos e se não nos empenharmos na defesa da fidelidade ao Depósito da Fé, corrigindo os que erram e derrotando os que persistem no erro. O ilustríssimo Santo Agostinho de Hipona diz algo que nos deve ajudar a cultivar um amor cada vez maior pela Santa Igreja: “A Igreja é Santa, a Única Igreja, a Verdadeira Igreja, a Igreja Católica, sempre a lutar contra todas as heresias. Ela pode lutar, mas não pode ser derrotada. Todas as heresias são expulsas por ela, como os galhos pendentes são arrancados de uma vinha. Ela permanece presa à sua raiz, na sua vinha, no seu amor. As portas do Inferno não prevalecerão contra ela”[15]. Que tudo isto seja para maior glória de Deus e proveito das nossas almas! Dignum et justum est[16]servir o Deus que será, para sempre, a nossa alegria!          

Um jovem católico português




[1] Vou-me aproximar do altar de Deus. Do Deus que é a alegria da minha juventude.
[2] Compêndio da Doutrina Cristã, de 1905.
[3] Gn 1, 28.
[4] Jo 17, 15.
[5] Schneider, A., A Sagrada Comunhão e a Renovação da Igreja, Caminhos Romanos, 2015.
[6] Ibid., p. 73.
[7] Ibid., p. 74.
[8] Ibid., p. 151.
[9] 1Cor 11, 27.
[10] Gn 19, 24-25.
[11] Pio XI, Encíclica Mortalium Animos, n. 7 (6 de Janeiro de 1928).  
[12] São Luís Maria de Montfort, Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, n. 35.
[13] Memórias da Irmã Lúcia, Secretariado dos Pastorinhos, 2010, pp. 176-177.
[14] 1Cor 9, 16.
[15] Santo Agostinho, Sermão aos Catecúmenos sobre o Credo, 6, 14.
[16]  Digno e justo é.

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