terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Testemunho de um bispo exorcista



Sempre lamentei que na reforma da Missa se tenha tirado aquela oração a São Miguel, que Leão XIII, não sem inspiração do alto, quis que fosse recitada no fim de cada celebração. Muitas vezes, o demónio, pela voz dos possessos, fez saber que gostou muitíssimo dessa abolição! O que é que sugeriu e sugere evitar-se o mais possível, nos textos litúrgicos, a menção a Satanás, às suas nefastas intervenções, às consequências da sua acção destrutiva? Quem possa, que me responda. E com argumentos válidos, por favor. Hoje, a obra assassina do demónio é mais evidente do que nunca. Então, não somente não era o caso de expurgar as fórmulas deprecatórias e imprecatórias, mas de multiplicá-las e reforçá-las. Porém, infelizmente não foi assim.                    

D. Andrea Gemma, bispo emérito de Isernia-Venafro, in Eu, bispo exorcista         

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